quinta-feira, 29 de abril de 2010

Imagens de Castelos Medievais.

Imagens de Castelos Medievais.

Migrações dos povos bárbaros


Migrações dos povos bárbaros

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Na História da Europa, dá-se o nome de invasões bárbaras, ou período das migrações, ou a expressão alemã Völkerwanderung [fœlkervandəruŋ], à série de migrações de vários povos que ocorreu entre os anos 300 a 900 a partir da Europa Central e que se estenderia a todo o continente. A referência aos bárbaros, nome cunhado pelos gregos e que em grego antigo significava apenas estrangeiro, foi usada pelos Romanos para designar os povos que não partilhavam os seus costumes e cultura (nem a sua organização política),pode induzir alguns leitores, incorrectamente, na hipótese que as migrações implicaram violentos combates entre os migrantes e os povos invadidos. No entanto, a história provou que nem sempre assim foi, já que os romanos também eram chamados de "bárbaros" (estrangeiros) pelos gregos e os povos migrantes já coexistiam pacificamente com os cidadãos do Império nos anos que antecederam este período.
Leia o artigo completo na Wikipédia

Veja as rotas migratórias dos Povos Bárbaros no mapa a seguir:


Estados Bárbaros no Séc. V


Clique nas imagens para ampliar

Era Napoleônica - Código Napoleônico

O Código Napoleônico, a moderna Bíblia civil
No dia 21 de março de 1804, após quase quatro anos de reuniões e discussões, entrou em vigor na França um novo código civil: o Código de Napoleão. Ele sedimentou e deu forma jurídica às principais conquistas da revolução de 1789, servindo deste então como modelo e inspiração a que nos dias de hoje, mais de 70 estados espalhados pelo mundo acusem sua influência direta. O historiador Albert Soboul viu no Código "a revolução francesa organizada".
Leia o artigo completo na página de Voltaire Schilling

Fontes romanas, cristãs e germânicas da Idade Média

Fontes romanas, cristãs e germânicas da Idade Média
Qual seria a gênese da formação da Europa Medieval? Para responder a esta questão, o historiador francês François Guizot (1787-1874), de inclinação monárquica conservadora, escreveu um importante ensaio cultural e histórico, publicado em 1828, buscando desencavar no passado quais teriam sido as mais autenticas contribuições que viriam a forjar a Idade Média européia.
Leia o artigo completo na página de Voltaire Schilling

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Idade Média - Peste Negra

Contribuição da Aninha!!!

Baixa Idade Média

Baixa Idade Média:
Cruzadas;
Renascimento Comercial;
Monarquias Nacionais;
Peste Negra;

terça-feira, 27 de abril de 2010

Roma Antiga - Cristianismo - Édito de Milão





Édito de Milão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Édito de Milão (313 d.C.), também referenciado como Édito da Tolerância, declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição sancionada oficialmente, especialmente do Cristianismo. O édito foi emitido nos nomes do tetrarca ocidental Constantino I, o grande, e Licínio, o tetrarca Oriental.
A aplicação do Édito fez devolver os lugares de culto e as propriedades que tinham sido confiscadas aos cristãos e vendidas em hasta pública: "... o mesmo será devolvido aos cristãos sem pagamento de qualquer indenização e sem qualquer fraude ou decepção...
Leia o texto completo na Wikipédia

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Roma Antiga - Expansão do Cristianismo

Desde a morte de Cristo, começou a se espalhar a sua doutrina, em todo o Império Romano, por seus seguidores . De Jerusalém, a nova religião do cristianismo encontrou seus centros principais em Roma e Bizâncio. Roma foi responsável pela expansão da doutrina do Império do Ocidente, com sede em Toledo, Armagh e Reims. 
De Bizâncio começou a cristianização da Europa Oriental e Rússia. Foram também criados vários centros metropolitanos, como de Santiago, Bordeaux, York, Trier, Milão, Thessaloniki e em Alexandria, entre muitos outros. 
Durante o primeiro século, as áreas foram cristianizadas principalmente no leste do Mediterrâneo, ou seja, o Levante, Anatolia, o Delta do Nilo e da Grécia oriental. Além disso, foram fortemente evangelizados Cartago, na região de Roma, Ilíria e os enclaves de Viena, Tarragona e Zaragoza. 
No final do século V cristianização se espalhou por todo o Mediterrâneo, alcançando, no norte da Europa, da Irlanda e leste da Inglaterra. Entre os séculos VII e IX concluída a cristianização da Inglaterra e da Alemanha. Finalmente, o século X a religião cristã atingiu uma vasta área do norte e leste da Europa.
Veja o Vídeo.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

França Brasil - Site

França Brasil: Talvez seja possível fixar o ano de 1551 como o de início da vulgarização do imaginário francês sobre o Brasil, considerando-se a data de aparição do primeiro documento iconográfico sobre o nosso país impresso na França. Trata-se da gravura ilustrativa das festividades organizadas para celebrar Henrique II e sua corte, que assistiram em Rouen, em 1550, a uma encenação com cinqüenta tupinambás e marinheiros normandos. Mas a origem propriamente dita do imaginário é tão antiga quanto as primeiras décadas da Descoberta, mais precisamente quando o franciscano André Thevet, embarcado com Villegagnon, publica As Singularidades da França Antártica (1558), texto de grande repercussão na França.
Todo imaginário social é algo quase substancial e palpável em formas ou entidades universalmente produzidas, seja ao nível das formações coletivas do inconsciente, seja como repertório das imagens mentais, retratos, figuras projetivas etc. produzidas por relatos de viagens e narrativas de vários gêneros. É um fenômeno mais cultural do que civilizatório, se entendermos civilização como uma espécie de "entidade cultural mais ampla" ou como conceito para todo padrão de conquistas materiais, alcançado por povos ou países agrupados segundo ancestralidade, história, religião, costumes e valores comuns. Por sua amplitude, a civilização apresenta-se como mais fechada e menos mutável do que a cultura, entendida como dinâmica das trocas, dos empréstimos e das mudanças.

terça-feira, 13 de abril de 2010

New Deal Network

New Deal Network: "A calendar of some of the notable events and dates in the history of the United States during the Roosevelt Administration."

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Roosevelt e as Quatro Liberdades - HISTÓRIA - por Voltaire Schilling

HISTÓRIA - por Voltaire Schilling
Recebendo das urnas um terceiro e inédito mandato, o presidente Franklin Delano Roosevelt decidiu-se a fazer um duro, franco, mas esperançoso comunicado à nação no dia seis de janeiro de 1941. O mundo estava em guerra há dezesseis meses, os Estados Unidos, entretanto, ainda não tinham sido atingidos pelos cavaleiros do apocalipse, porém era previsível que a qualquer momento se vissem arrastados para o meio do conflito que se generalizava. Foi neste cenário de expectativa e de temor quanto ao futuro da América e do mundo que Franklin Delano Roosevelt decidiu lançar-se como o paladino da democracia e da garantia das quatro liberdades. Acima de tudo, o seu adress, o discurso, consagrou-se como um manifesto antitotalitário.
LEIA MAIS EM:
HISTÓRIA - por Voltaire Schilling

sábado, 10 de abril de 2010

Enciclopédia do Holocausto

Enciclopédia do Holocausto: "ENCICLOPÉDIA DO HOLOCAUSTO"

“Holocausto” é uma palavra de origem grega que significa “sacrifício pelo fogo”. O significado moderno do Holocausto é o da perseguição e extermínio sistemático, apoiado pelo governo nazista, de cerca de seis milhões de judeus. Os nazistas, que chegaram ao poder na Alemanha em janeiro de 1933, acreditavam que os alemães eram “racialmente superiores” e que os judeus eram “inferiores”, sendo uma ameaça à auto-entitulada comunidade racial alemã.


Enciclopédia do Holocausto: Veja mais em ENCICLOPÉDIA DO HOLOCAUSTO

terça-feira, 6 de abril de 2010

Roma Antiga - Vídeo - http://www.artehistoria.jcyl.es

Roma Antiga - Leia o texto do vídeo e assista logo abaixo. Tradução Livre
Segundo a lenda, Roma foi fundada no ano 753 a.C. pelos gêmeos Rômulo e Remo, que foram amamantados por uma loba. Roma se situa as margens do Rio Tibre, num ponto o onde o rio se estreita. Assentada sobre o monte Palatino, era um lugar de passagem para rotas comerciais como a Via Salaria e outras pavimentadas.
Em sua orígen, Roma foi uma aldeia de pastores provenientes dos montes Albanos e Sabinos. Em mais de 200 anos, os romanos conseguiram libertaram-se dos etruscos. Pouco a pouco iniciaram sua expansão, primeiro pela costa do mar Tirreno; mais tarde ocupando toda a Itália central e, finalmente, tomando a Magna Grécia.
Na História de Roma se distinguem três grandes períodos: Monarquía, República e Império.
A Monarquia se extende desde o século VIII até o final do século VI a.C. Época de forte influência etrusca, nela surge o Estado romano e se cria um novo sistema político.
No ano 509 a.C. os romanos, livres da dominação dos etrusco, instituem a República. No século III, uma vez conseguida a unidade daItália, começa a expansão do Estado romano pelo Mediterrâneo, no que os romanos deviam derrotar a seu grande rival, Cartago, naschamadas guerras púnicas. A primera delas,
entre os anos 264 e 241 a.C., o saldo desse passo caiu em mãos romanas as ilhas da Córsega, Sardenha e Sícilia.
Na Segunda Guerra Púnica, o cartagines Aníbal derrotou os romanos en Tesino, Trebia, Trasimeno y Cannas. Em respesta, Públio Cornélio Cipíã partiu em direção a Espanha e venceu aos cartagineses en Ilipa. Com a batalha de Zama, no ano de 202, Roma venceu a seu principal inimigo, convertendo-se na primeira potência do Mediterráneo.
Na Roma republicana, o Foro era o centro da vida política e pública. Atravessado pela Cloaca Máxima, que vertia suas águas no Tíber, perto se encontrava o templo de Vesta, no qual as sacerdotisas deviam manter o fogo sagrado. No período republicano, se construieram outros importantes templos.
A grande figura da Roma republicana foi Caio Júlio César. No ano de 59 a.C. César conquista a Gália, iniciando um período de expansão que fará Roma, na época de sua morte no ano de 44 a.C., controlar praticamente todo o Mediterrâneo, desde Espanha até Síria. A armada romana, a mais poderosa do momento, fez chegar às temíveis legiões aos pontos mais distantes do Mediterrâneo. Seus acampamentos se estabelecem nas províncias as controlando e consegue impor o poder de Roma por todo território
Proclamado pelo exército, mas, César tinnha muitos inimigos, foi assassinado em 44 aC. Ele começou então um período de luta pelo poder , que só terminou quando Otávio derrotou Antônio e Cleópatra em 31 aC Quatro anos mais tarde, o Senado lhe concedeu o título de Augustus, aceitando também a de imperador. Assim surgiu a transição da República ao Império, uma instituição que mudaria a face de Roma.
Com Octavio Augusto Império Romano começa um período de esplendor. Octavio e seus sucessores, como de Trajano , leva as fronteiras do Império muito além do que o legado de César, acrescentando novos territórios na África, Hispânia, Grã-Bretanha, Europa Oriental, Dácia, Anatólia e Egito.
O Império Romano floresceu durante quatro séculos. Roma se tornou o centro do mundo conhecido, uma metrópole rica, poderosa e sofisticada, com mais de um milhão de habitantes. Em seu centro, a partir do triunfo da coluna de Trajano , de 28 metros, para a arena vasta o Coliseu , fincou magníficos templos e edifícios públicos .
O Coliseu, um dos mais importantes edifícios em Roma sua construção foi iniciada por ordem de Vespasiano por volta do ano 71. Com elíptica e 188 metros em seu lado maior e 155 sobre seu lado menor, pode acomodar até 50.000 espectadores, que adorava ver a evolução dos gladiadores na arena.
O Fórum continuava a ser o centro da vida em Roma, como durante o período republicano. Grandiosos, salpicados de majestosos edifícios, estátuas de deuses e heróis estabeleciam um espaço urbano magnífico.
Próximo à arena ou anfiteatro, outro dos passatempos favoritos dos romanos é o circo, onde desenvolveu alguns espetáculos, como corridas de bigas. O Circus Maximus , o mais importante de Roma, serviu de modelo para outras levantados nas cidades provinciais, como o de Tarraco na Espanha.
A vida na cidade foi a base para a rápida romanização do Império. Junto com Roma durante o Império veio cidades importantes, como Emérita Augusta, Cartago, Alexandria , Antioquia e Éfeso.
Uma extensa rede de estradas ligava o tecido urbano, facilitando o contato entre Roma e no resto da população.
O estilo de vida urbano foi baseado no modelo oferecido pela própria Roma. Os romanos viviam, trabalhavam e comiam nas ruas, com um ruído ensurdecedor. Os enorme edifícios , quatro e cinco andares tinham nas partes de baixo lojas. Junto a estes edifícios, os cidadão endinheirados viviam em casas espaçosas, com quartos decorados com mosaicos e mobiliário elegante. O átrio , era o lugar mais importante da casa, freqüentemente tinham piscina no centro. No pátio, chamado de peristilo , os senhores podiam passear e se sentar à sombra de árvores em dias ensolarados.
As cidades romanas se dotaram de obras públicas em grande escala para se tornar mais habitável. Os espaços públicos foram enfeitados com arcos de cantaria, como os de Tito ou Septímio Severo , em Roma. Esta prática se espalhou por todo o império, erguendo arcos majestosos, como a de Bará, na Hispânia. Este, construído no final do século, tem 14,65 metros de altura , 11,84 metros na frente e 3,7 nas laterais.
Outras obras públicas ao serviço das cidades foram ainda mais impressionantes, como teatros, arenas ou circos, construídos para o lazer. O saneamento da cidade contou com a construção de redes de esgotos, banhos e aquedutos, que forneceu água potável à população. O monumental aqueduto de Segóvia , no primeiro século dC, foi construída com uma altura máxima de 28 metros de altura e 818 metros de comprimento. Para sua construção, que levou 20.400 blocos de pedra juntos sem qualquer argamassa.
Fora de casa, o lugar preferido pelos romanos para lazer e reuniões foram as termas. Lugar esplêndido e elegante, tinham as paredes cobertas de mármore. Haviam os banhos frios, de vapor ou quente. Para lá iam ao entardecer todos os homens. Conversando com amigos, passeavam, fazendo ginástica com balões ortopédicos ou recebiam uma massagem.
O mundo imperial romana floresceu durante quatro séculos, mas, quando os exércitos das províncias requisitam mais força, a guerra civil eclodiu, no século III d.c.. Para melhorar a administração do Império , em 293 d.c. Diocleciano estabeleceu uma tetrarquia , dividindo o território entre os dois Augustos e dois Césares. Diocleciano recebeu Oriente, Maximiano , Itália e África; Constâncio ficou com a Espanha, Gália e Grã-Bretanha, e, finalmente, Galério recebeu a Ilíria, Macedônia e Grécia. Reunido em 324 por Constantino em 395 divide novamente, desta vez em duas partes, o Oriente e o Ocidente, com capital em Bizâncio e Roma, respectivamente.
Contudo, as pressões dos bárbaros estabelecidos nas fronteiras, atacaram um mundo romano em plena decadência. Roma será saqueada por sucessivas ondas de visigodos, hunos e vândalos. No ano 476 o último Imperador Romano do Ocidente é deposto, encerrando uma longa história em que Roma, a Cidade Eterna, tinha sido a maior do mundo.
Vídeo artehistoria.jcyl.es

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Roma Antiga - Introdução

Veja o vídeo a seguir no Canal Artehistoria .

domingo, 4 de abril de 2010

Revolução de Independência dos Estados Unidos

Revolução Industrial - Industrialização

A imagem mostra as luzes da Europa as 22 horas do Brasil, no dia 2 de abril, 2010. Nota-se ao centro áreas mais industrializadas com as iluminação intensa das cidades da Alemanha, Bélgica e França. No Reino Unido a área mais iluminada está na Cidade de Londres.
Outra visualizações em Earth View.
Industrial

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Agência Carta Maior

"Uma comparação inevitável
Brasil e Estados Unidos têm em comum o fato de serem dois países de dimensões continentais e de terem se tornado independentes com uma diferença de apenas 46 anos (1776-1822). Existe uma explicação para terem tido destinos tão diferentes?
José Luís Fiori"
Leia em Agência Carta Maior:
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